
Editora Modocromia
Temos como objectivo estabelecer parcerias com os autores para garantir que as suas obras tenham uma boa qualidade gráfica e que possam ser divulgadas de várias maneiras. Acreditamos na importância de fornecer aos escritores um suporte adequado, valorizando o seu trabalho e alcançando o maior número de leitores possível. Dedicamo-nos a fornecer aos autores uma experiência positiva, trabalhando com eles desde a seleção e edição do conteúdo até a distribuição e promoção de seus livros. Ao longo do processo editorial, esforçamo-nos para ajudar os autores a obter o reconhecimento e o sucesso que merecem.


8 de Março
Dia Internacional da Mulher
Em Destaque
A investigação de Bernt Stellander (O Detive Estrangeiro) que durou 7 anos chegou ao fim e novas provas surpreendentes serão reveladas neste livro:
A nova sequência temporal e a hora real da morte de Madeleine McCann.
O local onde Maddie esteve escondida durante semanas.
Onde é muito provável que os restos mortais de Maddie estejam escondidos.
Bernt Stellander's (The Foreign Detective) seven-year investigation has come to an end and surprising new evidence will be revealed in this book:
The new timeline and the actual time of death of Madeleine McCann.
Where Maddie was hidden for weeks.
Where Maddie’s remains are very llikely hidden.
A Publicar Brevemente
(…) Dada a sua posição política, o relato do oficial progressista, Duran Clemente, e de alguns outros como ele (nem sequer necessariamente comunistas) é uma história de malditos. As suas crónicas fazem-se de palavras e memórias indesejáveis. (…) E é neste registo que interpreto as palavras do autor deste e de livros anteriores (como Crónicas de um Insubmisso, datado do ano passado), os quais mergulham diretamente na batalha pela memória histórica que, surdamente, se tem desenvolvido na sociedade portuguesa há mais de quatro décadas. Uma batalha não apenas pela redenção do passado, como também e acima de tudo pela edificação da consciência presente, porque o próprio de todo o labor sobre o ocorrido é influir no que ocorre (…).
Quero dizer que estou surpreso, escreveste um GRANDE livro, eu o adorei! Em nenhum momento eu vi a leitura que já havia feito nos teus outros textos, subiste não sei quantos degraus de uma só vez, GRANDE livro!
Devorei cada capítulo, me deparei com uma escrita suave, fluida e muito agradável.
Teu livro me fez rir em alto som, várias vezes, me fez ficar com os olhos rasos d’água e correr algumas lágrimas. Escreveste com tanta emoção e poesia que o efeito foi este...
Não falta nada, não passou nada da conta.
PARABÉNS minha amiga tão querida e talentosa. Fizeste de o caos nascer uma flor!!!
(…)
António MR Martins é um homem de bem com a vida, mas mostra que mantém um olhar critico ao mundo que o rodeia. Nestes poemas, ressoa a voz de alguém que, como tantos outros poetas, descobriu que a vida nem sempre corresponde aos sonhos, mas não se deixa silenciar. Pelo contrário, estes poemas são o testemunho de uma voz que, mesmo enfrentando a injustiça “feroz” do mundo, escolheu transformar o seu pesar em arte, o seu desencanto em poesia. São versos que não pretendem resolver, mas revelar, não procuram consolar, mas fazer compreender.
(…)
“Há uma margem desabitada no preâmbulo da angústia…”, que António MR Martins quer habitar, essa terra de ninguém entre a esperança e o desalento, entre a utopia e a “rude letargia” do real.
Que o leitor entre nestas páginas não à procura de lirismo e conforto para a alma, mas de verdade humana, de verdade social, essa que só a poesia nascida da dor, consegue revelar em toda a sua complexidade. Ainda assim, fica um almejo de esperança, quando escreve que sobra ainda “um sorriso pendente na varanda do desejo”…